Ecologicamente correta e com excelente aproveitamento de espaço, a Casa-Contêiner, sucesso no Exterior, chega agora ao BrasilProjetada pela arquiteta Livia Ferraro, a Casa-Contêiner não só apresenta soluções para espaços pequenos como também oferece propostas sustentáveis para o meio ambiente, a começar pela própria estrutura.
O contêiner marítimo que serve como base para a casa foi construído há 11 anos com estrutura mais pesada que o alumínio. Durante 10 anos, percorreu o mundo sobre as águas dos oceanos. O espaço que antes era usado para guardar e proteger cargas comerciais agora serve de lar. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Laboratório de Eficiência Energética da UFSC. A energia necessária para o módulo é gerada por painéis fotovoltaicos, ou seja, é a luz do sol que garante a eletricidade da casa.
Além disso, está prevista a captação de água da chuva. A ideia é que a casa seja autônoma. A casa ecológica tem pequenos amassados nas laterais externas, que foram preservados para manter o charme e fazer pensar por onde teria andando a casa viajante.
Num espaço de seis metros por 2,5 metros, há banheiro com closet e uma sala-quarto que também serve de cozinha, com um pequeno micro-ondas e um frigobar. O vaso e o chuveiro são separados com portas de vidro. Tudo foi pensado para aproveitar melhor o espaço, com mesas e bancos embutidos e um sofá-cama. As paredes podem ser abertas e, como num brinquedo Lego, tudo pode ser desmontado e encaixado.
Mesmo pequena, a casa é confortável e prática, com espaço para livros, plantas e mimos que dão um toque de personalidade.
Na parte externa, o revestimento termoacústico evita que a chapa do contêiner esquente. Por dentro, foi usada a lã de vidro, um isolante térmico e acústico para manter a temperatura agradável e evitar o uso do ar-condicionado. As paredes são de gesso acartonado.
No piso, a arquiteta sugere o compensado naval original, desde que lixado e com verniz. O acabamento fica com uma aparência mais rústica e é uma solução mais econômica. Para a mostra, foi usado um PVC que parece madeira. A ideia de reaproveitar contêineres para transformá-los numa casa – ou qualquer outra criação arquitetônica – é tendência no Exterior, mas ainda engatinha no Brasil. A arquiteta explica que aqui existe uma carência no que se refere à mecanização e pré-fabricação na construção.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2610003.xml&template=3898.dwt&edition=12883§ion=1026
O contêiner marítimo que serve como base para a casa foi construído há 11 anos com estrutura mais pesada que o alumínio. Durante 10 anos, percorreu o mundo sobre as águas dos oceanos. O espaço que antes era usado para guardar e proteger cargas comerciais agora serve de lar. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Laboratório de Eficiência Energética da UFSC. A energia necessária para o módulo é gerada por painéis fotovoltaicos, ou seja, é a luz do sol que garante a eletricidade da casa.
Além disso, está prevista a captação de água da chuva. A ideia é que a casa seja autônoma. A casa ecológica tem pequenos amassados nas laterais externas, que foram preservados para manter o charme e fazer pensar por onde teria andando a casa viajante.
Num espaço de seis metros por 2,5 metros, há banheiro com closet e uma sala-quarto que também serve de cozinha, com um pequeno micro-ondas e um frigobar. O vaso e o chuveiro são separados com portas de vidro. Tudo foi pensado para aproveitar melhor o espaço, com mesas e bancos embutidos e um sofá-cama. As paredes podem ser abertas e, como num brinquedo Lego, tudo pode ser desmontado e encaixado.
Mesmo pequena, a casa é confortável e prática, com espaço para livros, plantas e mimos que dão um toque de personalidade.
Na parte externa, o revestimento termoacústico evita que a chapa do contêiner esquente. Por dentro, foi usada a lã de vidro, um isolante térmico e acústico para manter a temperatura agradável e evitar o uso do ar-condicionado. As paredes são de gesso acartonado.
No piso, a arquiteta sugere o compensado naval original, desde que lixado e com verniz. O acabamento fica com uma aparência mais rústica e é uma solução mais econômica. Para a mostra, foi usado um PVC que parece madeira. A ideia de reaproveitar contêineres para transformá-los numa casa – ou qualquer outra criação arquitetônica – é tendência no Exterior, mas ainda engatinha no Brasil. A arquiteta explica que aqui existe uma carência no que se refere à mecanização e pré-fabricação na construção.
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