quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Fwd: [Alunos CCT] Bolsa Offenburg



---------- Forwarded message ----------
From: Sergio Henrique Lopes Cabral <ava@furb.br>
Date: 2012/2/28
Subject: [Alunos CCT] Bolsa Offenburg
To: Sandro Geraldo Bagattoli <sandrogb@furb.br>


 Boa noite a todos.

A Hochschule Offenburg,da Alemanha, está disponibilizando 01 (uma) bolsa para estudantes da FURB para estudar naquela instituição.

Para tanto, é necessário que os interessados leiam atentamente o material referente à oportunidade ,que consta na pasta Offenburg4 de Alunos CCT do AVA, e providenciem o que for necessario para a inscricao no processo seletivo.

Informamos que embora a oferta seja de apenas 01 (uma) bolsa, tal como em algumas oportunidades anteriores, ha a possibilidade de que mais bolsas sejam disponibilizadas ainda nesta chamada.

Entao, aproveitem a oportunidade.

Atenciosamente,

 prof. Sergio H. L. Cabral

 Intercambio-CCT

 




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Sandro Geraldo Bagattoli
http://mercadoee.blogspot.com

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Inmetro amplia certificação de ventiladores e circuladores de ar

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou em janeiro deste ano a Portaria Nº 20/2012, que regulamenta a certificação compulsória dos ventiladores de mesa. A exemplo do que já ocorre com outros eletrodomésticos, os ventiladores de mesa, parede, pedestal e circuladores de ar com diâmetro da hélice entre 26 e 60 cm serão classificados quanto à eficiência energética e terão de cumprir requisitos técnicos de segurança. O prazo final para adaptação dos fabricantes e importadores é 20 de janeiro de 2014.

 

Além disso, produtos da categoria receberão a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que classificará os aparelhos em faixas de “A” (mais eficiente) a “D” (menos eficiente), como já ocorre com os ventiladores de teto, por exemplo. “Para o consumidor, será útil comparar uma marca com a outra, e também estimula o processo de melhoria contínua da indústria”, explica Marcos Borges, coordenador do Programa Brasileiro de Etiquetagem.

 

Na hora de comprar um ventilador, o Inmetro orienta que os consumidores realizem um teste e verififique se a potência atende suas expectativas. Além disso, é importante ler o manual de instruções e o que está escrito na embalagem, evitando causar avarias. Mantenha os ventiladores longe do alcance de crianças, cujos dedos passam facilmente pela grade. Para realizar a limpeza do aparelho, desligue-o da tomada.

Da redação do Diario de Pernambuco

http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120227103327&assunto=25&onde=Economia

Modelo para créditos de carbono

A partir de março, seis indústrias cerâmicas da região do Seridó nordestino estarão participando de um modelo para comercialização de créditos de carbono desenvolvido pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI). O arranjo, que é um piloto para replicação em outras empresas da região, define aspectos específicos para a certificação dos projetos de redução de emissões de carbono, incluindo a eficiência energética nos fornos e o uso de biomassa renovável. Com isso, as indústrias que estiverem adequadas, diminuindo suas emissões de carbono a partir da otimização dos seus processos, poderão lucrar com a negociação desses créditos no mercado voluntário de carbono.

 

A iniciativa integra o projeto Eficiência Energética em Cerâmicas de Pequeno Porte na América Latina para Mitigar a Mudança Climática (Eela), onde o INT avalia um total de 120 indústrias cerâmicas da região, compreendida entre os estados do Rio Grande do Norte e Paraíba.

 

Promovido pela Agência Suíça de Cooperação e Desenvolvimento (Cosude) e pela organização não-governamental Swisscontact, o trabalho é desenvolvido paralelamente também na Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, México e Peru.

 

O objetivo é incentivar medidas para otimizar o uso da energia nessas empresas, bem como reduzir as emissões de carbono e diminuir o impacto ambiental da atividade, desenvolvendo um modelo para ser replicado por outros núcleos produtores de cerâmica da América Latina. No Brasil, coordenada pelo INT, a iniciativa conta com a parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional), Sebrae/RN, Sebrae/PB, com o Centro de Produção Industrial Sustentável (Cepis), o Serviço Florestal Brasileiro (SFB/MMA) e a Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer).

 

O projeto Eela previa em seu início uma atuação nas regiões Norte e Nordeste. O Nordeste acabou sendo escolhido para implementação de um modelo que servisse para uma replicação mais ampla. A partir de meados de  2010, o INT começou a fazer testes de campo em fornos da região do Seridó, avaliando sua eficiência e as possibilidades de redução do consumo de energia, das emissões de CO2 e do impacto ambiental da atividade das olarias locais.

 

Na Região Norte, no estado do Pará, foi realizado um diagnóstico do modelo de fabricação e do uso de energia nos municípios de São Miguel do Guamá, Abaetetuba e Igarapé-Miri. Nesses dois últimos municípios, especificamente, foi detectado um modelo rudimentar, com empresas informais e familiares, sem acesso a energia elétrica, semelhante a situações já trabalhadas pelo projeto em outros países da América Latina. Para esse tipo de olarias, foi recomendado o uso de forno como o tipo catenária, desenvolvido pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e avaliado pela equipe do INT. Esse equipamento permite o uso de outras biomassas presentes na região, tais como o caroço de açaí e a casca de castanha do Pará.

 

Na região do Seridó, foram feitos estudos comparativos entre os fornos do tipo caipira, tradicionalmente usados, e o abóboda, onde há melhor aproveitamento da energia e menos emissões. O trabalho também avaliou algumas formas de arranjar as peças cerâmicas no interior dos fornos, visando aumentar a proporção da produção de peças de primeira qualidade. E outra vertente, apontou as soluções de emprego de ar de combustão forçado e de recuperação de calor em fornos caipira, medidas que promovem uma economia de energia.

 

“Os fornos caipiras são abertos e dispersam enorme quantidade de calor e gases poluentes, enquanto a opção em forma de abóboda aproveita melhor essa energia, inclusive a reutilizando para a secagem das cerâmicas”, explica Mauricio Henriques, chefe da área de Energia do INT.

 

Objetivando levar políticas públicas, tecnologias e sistemas de gestão e de qualidade a essas e outras indústria cerâmicas com características semelhantes, o projeto aborda também a questão ambiental. Além de buscar conter as emissões atmosféricas, o trabalho indicou também mecanismos para racionalizar o uso e a extração de argila a ainda modelos para ampliar a oferta de biomassa renovável, evitando o desmatamento e a degradação do solo.

 

“Algumas soluções em uso tem sido a substituição da lenha nativa extraída da caatinga por briquetes de resíduos de biomassa, compostos de bagaço de cana e serragem, ou pelo emprego de podas dos municípios da região e de árvores frutíferas, como o cajueiro”, complementa o tecnologista Joaquim Augusto Pinto Rodrigues,  coordenador do projeto Eela.

 

O projeto Eela disseminou ainda, entre produtores locais, um modelo para ampliar o comércio de créditos de carbono decorrentes das medidas de otimização do uso da energia e dos recursos naturais. O trabalho envolveu ainda o levantamento de indicadores sociais, observando as relações de trabalho e indicando a correção das distorções encontradas.

 

A iniciativa se estende até 2013, com possibilidades de renovação, visando a mudança completa no uso da energia e dos recursos ambientais, nas relações de trabalho e na qualidade da produção das pequenas indústrias cerâmicas na América Latina. (As informações são do INT)

https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2012/02/modelo-para-creditos-de-carbono/17557

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Cogeração: uma alternativa para o gás natural

DATA 27 e 28 de março de 2012 / de 9 às 17:00h

LOCAL Rua Maestro Cardim nº 1170 – Bela Vista – São Paulo/SP

VALOR  associados Cogen RJ / Cogen SP: R$ 1.480,00 não associados: R$ 1.850,00

    Maior eficiência, redução de custos, maior disponibilidade e mais qualidade no fornecimento de energia elétrica. A lista de vantagens está associada à cogeração de energia, solução que ganha espaço nos negócios de uma série de segmentos, como hotéis, hospitais, shopping centers, supermercados e indústrias.

 

Entender o funcionamento desta solução energética torna-se um significativo passo num mercado altamente concorrido. Elaborado pela parceria entre a Associação Fluminense de Cogeração de Energia (Cogen-Rio) e o Portal Ambiente Energia, o curso vai trabalhar os principais conceitos relativos à cogeração de energia elétrica.

 

Objetivos

 

•* Transmitir conhecimentos básicos aos profissionais que desejam trabalhar com esta alternativa;

 

•* Atualizar e aprofundar os conhecimentos de quem já trabalha com esta solução energética;

 

•* Mostrar como conceber uma unidade cogeradora;

 

•* Apresentar as alternativas para a instalação de uma unidade de cogeração; e

 

•* Mostrar as vantagens do uso da cogeração, como seu uso no horário de pico.

 

 

Público alvo

 

•* Profissionais que atuam na área de energia, e que já trabalham com cogeração;

 

•* Profissionais da energia de energia de hospitais, supermercados, indústrias, shopping centers, hotéis, etc;

 

•* Profissionais que atuam em distribuidoras de gás natural e energia elétrica; e

 

•* Estudantes de engenharia e de escolas técnicas.

    

Programação

  Primeiro dia

8:00 – 8:30    Credenciamento e recepção

8:30 – 8:45    Abertura

8:45 – 9:15    O que é cogeração

9:15 – 10:00  Os combustíveis utilizáveis – a importância do gás natural

10:00 – 10:30    Coffee Break

10:30 – 11:15    O projeto de uma unidade cogeradora

11:15 – 12:00    As estruturas básicas de uma unidade cogeradora

12:00 – 14:00    Almoço

14:00 – 14:45    A geração de calor – seus componentes

14:45 – 15:30    A geração de frio – climatização e conservação de alimentos e outros usos

15:30 – 16:00    Coffee Break

16:00 – 16:45    A geração elétrica

16:45 – 17:30    A conexão com a rede pública – o “back up”

17:30 – 18:00    Debates e encerramento

 

Segundo dia

8:00 – 8:30        Recepção

8:30 – 8:45        Abertura

8:45 – 9:15        Características de unidades já implementadas

9:15 – 10:00      Características de unidades já implementadas

10:00 – 10:30    Coffee Break

10:30 – 11:00    A geração de excedente elétrico – barreiras existentes

11:00 – 12:00    A geração de excedente elétrico – sua gênese

12:00 – 14:00    Almoço

14:00 – 14:45    A proteção e o controle (local e a distancia)

14:45 – 15:30    As possibilidades de automação – o exemplo do Rocheverá

15:30 – 16:00    Coffee Break

16:00 – 16:45    A questão da qualidade da energia elétrica gerada

16:45 – 17:30    A importância da cogeração para o SIN (Sistema Interligado Nacional)

17:30 – 18:00    Debates e encerramento

 

   Professores

 

Osório de BrittoÉ engenheiro eletricista com pós-graduação em Engenharia Econômica, atuando, atualmente, como diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE) e superintendente e principal executivo da Associação Fluminense de Cogeração de Energia (Cogen-Rio). Já trabalhou como consultor em empresas como Geotécnica, Cerj (atual Ampla) e Light, na qual foi coordenador do primeiro levantamento do potencial de cogeração presente no mercado da concessionária. Desenvolveu projetos de racionalização do uso de energia em diversas fábricas da Fleishmann – Royal; de eficientização energética da fábrica de farinha de trigo Pena Branca (RJ); diagnóstico energético da fábrica Nutrícia (RJ). Tem experiência no enquadramento de projetos de eficiência energética para o Programa Proesco, do BNDES; e em Medição e Verificação em projeto de eficientização energética de estações de tratamento da Cedae.

 

Edison Tito Guimarães

 

Engenheiro mecânico formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), em 1971, é diretor da Datum (Cogeração, Refrigeração e Ar Condicionado Central), conselheiro do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE) e presidente do Conselho de Energia da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ). Possui cursos em Refrigeração e Ar Condicionado nos Estados Unidos na Carrier Corp. e na Trane Co. Foi por duas vezes presidente do “Chapter Brasil” da ASHRAE; membro do comite “Gás Turbine Cooling” da ASHRAE; professor de Refrigeração e de Maquinas de Fluxo do Instituto Militar de Engenharia (IME), de 1976 a 2011; coordenador e professor dos cursos de Refrigeração e Ar Condicionado do IME/Sindratar RJ. Foi palestrante em mais de 150 eventos ligados à Cogeração e Eficiência Energética.

 

Fernando Milanez

 

Consultor técnico na área de energia, atuando em gerenciamento, elaboração de diagnósticos de usos finais, projetos de geração distribuída com biomassa e treinamento. É membro do denominado “Comitê do IPMVP – Protocolo Internacional de Medição e Verificação”, sob o qual está a responsabilidade de expandir a aplicação do Protocolo e de sua biblioteca de Planos de M&V e de exemplos de aplicação. É também coordenador pelo Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE) do projeto da Light visando M&V de grandezas de energia elétrica e vazão nas ETA Acari, da Cedae, para atender às exigências da Resolução Aneel nº 300/2007. Entre as experiências profissionais, teve passagem pela Eletrobras, Procel, Global Facman e Light.

 

Jefferson do Nascimento Monteiro

 

Com mais de 10 anos de experiência no mercado de gás natural, é responsável pelo desenvolvimento do mercado de geração de energia para grandes clientes do Grupo Espanhol Gás Natural Fenosa/Brasil. Foi responsável pelo primeiro projeto de geração de energia do grupo espanhol no Brasil em um órgão do governo estadual. É graduado em Tecnologia de Petróleo e Gás e Engenharia de Petróleo/Gás pela Universidade Gama Filho

http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2012/02/cogeracao-uma-alternativa-para-o-gas-natural/17583