Os detalhes da Lei de Mudanças Climáticas começam a ser decididos em janeiro. Três artigos devem ser vetados pelo presidente, um ruim porque cai o artigo 10, que propõe a transformação gradativa das fontes de energia para cada vez ter mais fontes renováveis. Vai diminuir o incentivo à pesquisa. Mas o decreto é importante, porque vai chegar aos detalhes e tornar a lei operacional.
Como está escrita, a lei cria um comitê, duas comissões, uma rede e um grupo para tratar da questão.
Transformar metas em lei significa que o governo passa a ser obrigado a cumprir o que está escrito. E não só o Brasil que tomou essa medida. São ecos da reunião de Copenhague, principalmente da caminhada até a conferência. O resultado não foi como se esperava, mas o Brasil nunca tinha falado de metas antes e agora há metas na lei. Outros países estão fazendo o mesmo movimento, como China, Índia e Estados Unidos. É uma forma de fazer o avanço.
As metas existem, mas a questão do dinheiro permanece no ar, até porque tudo o que ficou acertado no acordo foi o dinheiro de curto prazo, que não resolve nada. O fundo de longo prazo - que a Europa se dispôs a fazer e contribuir com 30% dele - os EUA disseram que sim, mas depois não avançou. Então isso precisa ser discutido ano que vem em Bohn e depois na Cidade do México.
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2009/12/29/veto-na-lei-do-clima-vai-diminuir-incentivo-pesquisa-253382.asp
Como está escrita, a lei cria um comitê, duas comissões, uma rede e um grupo para tratar da questão.
Transformar metas em lei significa que o governo passa a ser obrigado a cumprir o que está escrito. E não só o Brasil que tomou essa medida. São ecos da reunião de Copenhague, principalmente da caminhada até a conferência. O resultado não foi como se esperava, mas o Brasil nunca tinha falado de metas antes e agora há metas na lei. Outros países estão fazendo o mesmo movimento, como China, Índia e Estados Unidos. É uma forma de fazer o avanço.
As metas existem, mas a questão do dinheiro permanece no ar, até porque tudo o que ficou acertado no acordo foi o dinheiro de curto prazo, que não resolve nada. O fundo de longo prazo - que a Europa se dispôs a fazer e contribuir com 30% dele - os EUA disseram que sim, mas depois não avançou. Então isso precisa ser discutido ano que vem em Bohn e depois na Cidade do México.
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2009/12/29/veto-na-lei-do-clima-vai-diminuir-incentivo-pesquisa-253382.asp

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