Na época do crescimento desenfreado da revolução industrial, não foram levados em consideração vários fatores, dentre eles, o excesso das emissões dos gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2). Em decorrência do elevado número de gases do efeito estufa emitidos diariamente, surgiram várias conseqüências para o planeta, os quais se apresentam de diferentes formas e maneiras, como doenças, aquecimento global, e derretimento de geleiras, acelerando um processo natural do planeta.
Por sua vez, nações em desenvolvimento estão buscando estratégias de evoluir de forma sustentável, mesmo com uma discreta lentidão, muitos estão se mobilizando em seminários internacionais para discutir o assunto. A resistência em adotar métodos atuais para controlar a emissão dos gases do efeito estufa ainda é muito grande, pois implica em várias mudanças, e toda mudança requer primordialmente planejamento. Para que isso ocorra, é necessário se dispor a aceitar as novas condições de evoluir e basicamente isso implica em mudança de hábitos. E a tendência é mudar a forma da exploração do uso de energia insustentável.
A redução do consumo de energia é assunto que vem sendo discutido há vários anos de muitas formas, desde simples campanhas educativas a seminários internacionais. Os hábitos podem começar a ser transformados de forma simples e diária, como educação familiar sobre o excesso do consumo de energia ou campanhas governamentais.
Em busca de novas fontes de energia ou produção de energia de fontes renováveis, a eólica se destaca por sua produção sustentável, fonte inesgotável e principalmente baixo impacto ambiental, comparando-se com as produzidas em hidroelétricas ou usinas termoelétricas. É muito simples entender de onde surgiu o sistema básico da energia eólica, basta observar os barcos movidos por velas impulsionadas pelo vento. É uma abundante fonte de energia renovável, limpa e disponível em todos os lugares.
A energia eólica é hoje considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota. Além disso, as turbinas eólicas podem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados. Entretanto, a energia eólica ainda está no ranking de ser a ambientalmente mais sustentável e popularmente mais acessível. Ela pode garantir 10% das necessidades mundiais de eletricidade até 2020, pode criar 1,7 milhão de novos empregos e reduzir a emissão global de dióxido de carbono na atmosfera em mais de 10 bilhões de toneladas.
Após vários estudos recentemente realizados no Brasil, verificou-se o seu grande potencial eólico, destacando que é possível produzir eletricidade a custos competitivos com centrais termoelétricas, nucleares e hidroelétricas, com custo reduzido. Apesar de ser altamente sustentável, existem alguns ajustes que deverão ser realizados com o avanço tecnológico, como no caso da fabricação de materiais mais leves, baratos e resistentes e na produção de máquinas com maiores taxas de rendimento e aproveitamento de energia. Após este aperfeiçoamento tecnológico incorporado ao setor eólico, acredita-se que este seguimento terá uma expansão na implantação nesta fonte de energia renovável.
É chegado o momento de investirmos mais na prospecção de novas fontes de energia, o futuro do planeta consiste em como e quando agiremos em prol da real sustentabilidade. Não podemos mais ignorar a atual conjuntura do meio ambiente, que, por ventura, já se encontra demasiadamente fragilizado.
No caso brasileiro, o governo precisa incentivar investimento em pesquisa no que diz respeito a fontes alternativas de geração de energia, não temos condições de manter o mesmo sistema obsoleto que perdura por muitos anos.
Em suma, estamos vivenciando uma verdadeira emergência planetária, onde a união de todos é fundamental para o futuro do planeta e de toda a humanidade.
http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/01/29/a-energia-eolica-seria-uma-otima-alternativa-915738656.asp
Por sua vez, nações em desenvolvimento estão buscando estratégias de evoluir de forma sustentável, mesmo com uma discreta lentidão, muitos estão se mobilizando em seminários internacionais para discutir o assunto. A resistência em adotar métodos atuais para controlar a emissão dos gases do efeito estufa ainda é muito grande, pois implica em várias mudanças, e toda mudança requer primordialmente planejamento. Para que isso ocorra, é necessário se dispor a aceitar as novas condições de evoluir e basicamente isso implica em mudança de hábitos. E a tendência é mudar a forma da exploração do uso de energia insustentável.
A redução do consumo de energia é assunto que vem sendo discutido há vários anos de muitas formas, desde simples campanhas educativas a seminários internacionais. Os hábitos podem começar a ser transformados de forma simples e diária, como educação familiar sobre o excesso do consumo de energia ou campanhas governamentais.
Em busca de novas fontes de energia ou produção de energia de fontes renováveis, a eólica se destaca por sua produção sustentável, fonte inesgotável e principalmente baixo impacto ambiental, comparando-se com as produzidas em hidroelétricas ou usinas termoelétricas. É muito simples entender de onde surgiu o sistema básico da energia eólica, basta observar os barcos movidos por velas impulsionadas pelo vento. É uma abundante fonte de energia renovável, limpa e disponível em todos os lugares.
A energia eólica é hoje considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota. Além disso, as turbinas eólicas podem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados. Entretanto, a energia eólica ainda está no ranking de ser a ambientalmente mais sustentável e popularmente mais acessível. Ela pode garantir 10% das necessidades mundiais de eletricidade até 2020, pode criar 1,7 milhão de novos empregos e reduzir a emissão global de dióxido de carbono na atmosfera em mais de 10 bilhões de toneladas.
Após vários estudos recentemente realizados no Brasil, verificou-se o seu grande potencial eólico, destacando que é possível produzir eletricidade a custos competitivos com centrais termoelétricas, nucleares e hidroelétricas, com custo reduzido. Apesar de ser altamente sustentável, existem alguns ajustes que deverão ser realizados com o avanço tecnológico, como no caso da fabricação de materiais mais leves, baratos e resistentes e na produção de máquinas com maiores taxas de rendimento e aproveitamento de energia. Após este aperfeiçoamento tecnológico incorporado ao setor eólico, acredita-se que este seguimento terá uma expansão na implantação nesta fonte de energia renovável.
É chegado o momento de investirmos mais na prospecção de novas fontes de energia, o futuro do planeta consiste em como e quando agiremos em prol da real sustentabilidade. Não podemos mais ignorar a atual conjuntura do meio ambiente, que, por ventura, já se encontra demasiadamente fragilizado.
No caso brasileiro, o governo precisa incentivar investimento em pesquisa no que diz respeito a fontes alternativas de geração de energia, não temos condições de manter o mesmo sistema obsoleto que perdura por muitos anos.
Em suma, estamos vivenciando uma verdadeira emergência planetária, onde a união de todos é fundamental para o futuro do planeta e de toda a humanidade.
http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/01/29/a-energia-eolica-seria-uma-otima-alternativa-915738656.asp

Postar um comentário