As faculdades formam 32 mil profissionais por ano, mas o país precisa do dobro desse contingenteSe você gosta de matemática e física, é criativo, inovador e sabe expressar o que pensa, aí vai uma dica de carreira a seguir: engenharia. Em alta, ela oferece uma série de possibilidades, sem contar que o mercado de trabalho está em expansão.
– Num país em desenvolvimento como o nosso, a perspectiva da engenharia é fantástica – observa Humberto Abdalla, diretor da Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB).
Ele destaca que o crescimento da economia demanda mais automóveis, pontes, estradas, infraestrutura de transportes, saneamento, habitação e outras tecnologias – áreas dominadas por engenheiros.
Percebendo essa vantagem, o estudante Pedro Enriqqui Marinho, 17 anos, batalha por uma vaga no curso de Engenharia no campus da UnB. A ideia é se especializar em Engenharia de Energia, uma área nova e promissora, que lida com todas as fontes de energia, inclusive as renováveis.
– Sempre tive curiosidade em física, gosto de matemática e ainda entra o lado da geografia – afirma.
A procura por engenharia tem crescido nas maiores universidades do país. Essa busca impressiona quem está acostumado com as densidades gaúchas. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por exemplo, Engenharia Civil teve menos de sete candidatos por vaga. Na Unicamp, Engenharia Química (31,9 candidatos por vaga), Engenharia de Produção (28,2) e Engenharia Civil (27,4) ficaram entre os 10 cursos mais concorridos no vestibular 2010.
Presidente do Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul, José Luiz de Azambuja, lembra que essa ascensão é recente. Por muitos anos, as engenharias sofreram uma queda de interesse.
– Nas décadas de 80 e 90, a retração do desenvolvimento foi muito grande. E as engenharias foram as primeiras a sentir isso. Agora é que o quadro começa a mudar. A carreira está muito atraente – diz ele.
Segundo Azambuja, a relação aceitável em países como o Brasil é de 25 engenheiros para cada 100 mil habitantes. Por enquanto, há apenas seis profissionais para o mesmo grupo populacional.
– Num país em desenvolvimento como o nosso, a perspectiva da engenharia é fantástica – observa Humberto Abdalla, diretor da Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB).
Ele destaca que o crescimento da economia demanda mais automóveis, pontes, estradas, infraestrutura de transportes, saneamento, habitação e outras tecnologias – áreas dominadas por engenheiros.
Percebendo essa vantagem, o estudante Pedro Enriqqui Marinho, 17 anos, batalha por uma vaga no curso de Engenharia no campus da UnB. A ideia é se especializar em Engenharia de Energia, uma área nova e promissora, que lida com todas as fontes de energia, inclusive as renováveis.
– Sempre tive curiosidade em física, gosto de matemática e ainda entra o lado da geografia – afirma.
A procura por engenharia tem crescido nas maiores universidades do país. Essa busca impressiona quem está acostumado com as densidades gaúchas. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por exemplo, Engenharia Civil teve menos de sete candidatos por vaga. Na Unicamp, Engenharia Química (31,9 candidatos por vaga), Engenharia de Produção (28,2) e Engenharia Civil (27,4) ficaram entre os 10 cursos mais concorridos no vestibular 2010.
Presidente do Sindicato dos Engenheiros do Rio Grande do Sul, José Luiz de Azambuja, lembra que essa ascensão é recente. Por muitos anos, as engenharias sofreram uma queda de interesse.
– Nas décadas de 80 e 90, a retração do desenvolvimento foi muito grande. E as engenharias foram as primeiras a sentir isso. Agora é que o quadro começa a mudar. A carreira está muito atraente – diz ele.
Segundo Azambuja, a relação aceitável em países como o Brasil é de 25 engenheiros para cada 100 mil habitantes. Por enquanto, há apenas seis profissionais para o mesmo grupo populacional.

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