Com a meta de chegar a 2020 com 15% do fornecimento primário de energia oriundo de energias não-fósseis, a China pretende comprar projetos de conservação de energia e dar subsídios ao consumo de produtos eficientes. A informação é do pesquisador da universidade chinesa Tsinghua, Xiliang Zhang, durante o workshop Mudança Climática e Energia, promovido pelo Centro China-Brasil na terça-feira (24/8), na Coppe. O governo também vai estabelecer tarifas diferenciadas à energia elétrica gerada a partir de fontes renováveis.
Entre 2006 e o final deste ano, a China terá investido cerca de US$ 200 bilhões em tecnologias limpas para geração de energia. Parte dos recursos é destinada a pesquisas sobre captura e armazenamento de carbono (CSS, na sigla em inglês), tendo em vista que a matriz chinesa é predominantemente de térmicas a carvão. “Precisamos solucionar a questão dos custos relativos a essa prática. Um projeto termelétrico chega a ser encarecido em US$ 1 bilhão para ter implementado um sistema de CCS”, observou Zhang.
http://www.energiahoje.com/online/mercado/cenarios/2010/08/25/416392/china-aposta-em-renovaveis.html
Entre 2006 e o final deste ano, a China terá investido cerca de US$ 200 bilhões em tecnologias limpas para geração de energia. Parte dos recursos é destinada a pesquisas sobre captura e armazenamento de carbono (CSS, na sigla em inglês), tendo em vista que a matriz chinesa é predominantemente de térmicas a carvão. “Precisamos solucionar a questão dos custos relativos a essa prática. Um projeto termelétrico chega a ser encarecido em US$ 1 bilhão para ter implementado um sistema de CCS”, observou Zhang.
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