Da Agência Ambiente Energia - Com o boom dos sistemas de microgeração de energias nas residências e comércios ao redor do país alcançando mais de 300% o mercado está cada vez mais voltado para aperfeiçoar esse setor suprindo as necessidades dos consumidores. Uma das grandes dúvidas de quem escolhe produzir a sua própria energia é como manter a luz em uma residência em dias sem vento ou sol, por exemplo?
A resposta está no microgrid, ou seja, um sistema de distribuição de energia composto por uma ou mais fontes de energia distribuída (pode-se incluir gerenciamento de demanda, armazenamento e geração). A estrutura é capaz de gerir toda a produção de eletricidade e de operar em paralelo de forma independente a da rede elétrica principal. Softwares sofisticados ajudam a coordenar as fontes para evitar variações na tensão e quedas de energia.
Para exercer o seu papel da melhor forma garantindo um fornecimento de energia estável, o sistema examina uma rede com equipamentos geradores de energia solar, eólica e de combustão de óleo diesel e escolhe qual está mais estável, dá preferência às fontes renováveis e faz o fornecimento final com qualidade para o consumidor.
Em adição de garantir o fornecimento de energia, o microgrid ajuda a reduzir a emissão de poluentes porque fontes não renováveis, como o óleo diesel, são usadas apenas em momentos de necessidade energética. A mudança na gestão de energia também afeta diretamente os consumidores, que se tornam independentes e passam a ter acesso a uma energia de melhor qualidade.
Além disso, quando o consumidor gera mais energia do que consome, o microgrid faz com que o excedente seja inserido na rede da concessionária. Essa energia será usada por outras pessoas, e o consumidor que a produziu recebe um desconto nas próximas contas de luz.
Atenciosamente
Alexandre Kellermann

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