A região da Mongólia Interior, na China, quer proibir projetos de mineração de criptomoedas e encerrar todas as atividades existentes. O motivo, alega o governo chinês, seria para "reduzir o consumo de energia".
A mineração é um processo para gerar novas unidades de bitcoin. Com o crescimento das criptomoedas, a demanda por computadores de alta potência, que consomem um nível considerável de energia, também só aumenta.
De acordo com o projeto Cambridge Bitcoin Electricity Consumption Index da Universidade de Cambridge, a mineração de bitcoin consome cerca de 128,84 terrawatt-hora por ano de energia. Apesar do alto consumo energético, uma pesquisa da CoinShares Research mostra que 74,1% da energia utilizada por mineradores de bitcoin do mundo todo vêm de fontes renováveis, em especial usinas hidrelétricas, solares e eólicas.
O relatório da CoinShares mostra também que muitos geradores de energia renovável estão mal localizados e, por isso, subutilizados. Nesses casos, a mineração de bitcoin se tornou uma solução para o uso viável da energia produzida. Tudo isso já reduz consideravelmente o suposto dano ambiental do bitcoin.

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