Quando as fontes de geração de energia voltam a ser uma questão política no mundo, o Brasil volta-se para o aspecto do uso de combustíveis de biomassa renováveis, expandindo o biodiesel e atentando, também, para a produção de energia eólica, setor no qual o Ceará vem obtendo especial liderança. Em inúmeros outros países, predomina, em grande escala, o consumo de combustíveis de origem fóssil, tais como carvão mineral, derivados de petróleo e gás natural, apesar das restrições feitas a esse consumo, tido como responsável pela emissão de gases de efeito estufa.
Na última segunda-feira, o presidente Barack Obama assinou decreto limitando o uso de combustíveis responsáveis pela emissão de gases danosos por veículos.
As recentes descobertas do poço de Tupi e da área petrolífera do pré-sal sob o mar, sobretudo ao longo do litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, trazem a expectativa de acrescentar às reservas nacionais entre 30 e 80 bilhões de barris, somando-se aos 14 bilhões existentes. O que se questiona, no momento, é se o Brasil deve apostar todas as fichas no petróleo, atualmente com preços cambiantes devido à crise econômica, ou diversificar sua produção no campo energético. A queda dos preços do petróleo é citada como fator contrário aos altos investimentos previstos para a exploração do pré-sal.
No plano internacional, intensificou-se o debate sobre a produção de biocombustíveis, acusados de contribuírem para a alta dos preços dos alimentos, em decorrência da ocupação de áreas anteriormente destinadas à agricultura de gêneros alimentícios. Tal raciocínio decorre, em parte, do exemplo dos Estados Unidos, o qual, na realidade, difere do que ocorre no Brasil. Nos EUA, o álcool de milho é subsidiado e, ao contrário do álcool brasileiro de cana-de-açúcar, afeta de maneira direta o preço dos cereais, formando uma cadeia que reflete em outros alimentos.
O consumo de gasolina pelos norte-americanos atinge a 10 milhões de barris por dia. A proposta é aumentar o percentual do consumo de álcool para 20%, algo em torno de 140 bilhões de litros por ano. Tem-se cogitado que o Brasil poderia suprir esse grande mercado, mas para tanto teria de ocupar uma área seis vezes maior do que a atual, onde são produzidos em torno de 23 milhões de barris/ano. Isso acarretaria protestos dos defensores da preservação ecológica, que já deblateram contra a cada vez maior utilização de espaços para as matérias-primas das fontes alternativas de energia.
Já no campo do biodiesel, o problema seria principalmente a diversidade dos vegetais, os quais dão óleos com diferentes características, entre eles a soja e a mamona, esta última incluída no quadro produtivo do Ceará.
A polêmica procede e induz o governo a analisar seriamente, levando em conta o processo econômico atípico causado pela crise mundial, antes de decidir que tipo de caminho refletirá melhor, e mais vantajosamente, no futuro: se os investimentos maciços na exploração do petróleo pré-sal ou a expansão das fontes alternativas, com a finalidade de tornar o País num importante exportador de energia.
Na última segunda-feira, o presidente Barack Obama assinou decreto limitando o uso de combustíveis responsáveis pela emissão de gases danosos por veículos.
As recentes descobertas do poço de Tupi e da área petrolífera do pré-sal sob o mar, sobretudo ao longo do litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, trazem a expectativa de acrescentar às reservas nacionais entre 30 e 80 bilhões de barris, somando-se aos 14 bilhões existentes. O que se questiona, no momento, é se o Brasil deve apostar todas as fichas no petróleo, atualmente com preços cambiantes devido à crise econômica, ou diversificar sua produção no campo energético. A queda dos preços do petróleo é citada como fator contrário aos altos investimentos previstos para a exploração do pré-sal.
No plano internacional, intensificou-se o debate sobre a produção de biocombustíveis, acusados de contribuírem para a alta dos preços dos alimentos, em decorrência da ocupação de áreas anteriormente destinadas à agricultura de gêneros alimentícios. Tal raciocínio decorre, em parte, do exemplo dos Estados Unidos, o qual, na realidade, difere do que ocorre no Brasil. Nos EUA, o álcool de milho é subsidiado e, ao contrário do álcool brasileiro de cana-de-açúcar, afeta de maneira direta o preço dos cereais, formando uma cadeia que reflete em outros alimentos.
O consumo de gasolina pelos norte-americanos atinge a 10 milhões de barris por dia. A proposta é aumentar o percentual do consumo de álcool para 20%, algo em torno de 140 bilhões de litros por ano. Tem-se cogitado que o Brasil poderia suprir esse grande mercado, mas para tanto teria de ocupar uma área seis vezes maior do que a atual, onde são produzidos em torno de 23 milhões de barris/ano. Isso acarretaria protestos dos defensores da preservação ecológica, que já deblateram contra a cada vez maior utilização de espaços para as matérias-primas das fontes alternativas de energia.
Já no campo do biodiesel, o problema seria principalmente a diversidade dos vegetais, os quais dão óleos com diferentes características, entre eles a soja e a mamona, esta última incluída no quadro produtivo do Ceará.
A polêmica procede e induz o governo a analisar seriamente, levando em conta o processo econômico atípico causado pela crise mundial, antes de decidir que tipo de caminho refletirá melhor, e mais vantajosamente, no futuro: se os investimentos maciços na exploração do petróleo pré-sal ou a expansão das fontes alternativas, com a finalidade de tornar o País num importante exportador de energia.

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