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domingo, 1 de março de 2009

Ainda neste semestre deve começar a valer o programa bolsa-geladeira, uma linha especial de financiamento com prazos e juros convidativos, para incentivar a troca de geladeiras velhas por outras mais econômicas.

A previsão inicial era de que este pacote de incentivo fosse criado apenas no segundo semestre, mas a antecipação foi anunciada na semana passada pelo ministro das Relações Institucionais da Previdência da República, José Múcio.
Esta iniciativa vem sendo discutida pelo Ministério do Meio Ambiente com a área econômica do governo, desde o início de 2008 e visa diminuir a destruição da camada de ozônio causada, entre muitos fatores, pelo CFC, gás clorofluorcarbono - utilizado nas geladeiras velhas.

O programa bolsa-geladeira objetiva facilitar a substituição de cerca de dez milhões de eletrodomésticos por outros que consomem menos energia elétrica e que provocam menos danos ao meio ambiente.
Segundo a concessionária Elektro, um cliente residencial consegue economizar em média 42,7 kWh/mês com a troca de uma geladeira antiga por um equipamento novo. Essa economia corresponde a cerca de R$ 18,00 na conta de energia.

Cálculos do governo dão conta de que o consumo de uma geladeira antiga nas famílias de baixa renda representa cerca de 27% do gasto total de eletricidade. Por isso, a medida permitiria que o consumidor desse a geladeira velha como entrada. O restante do valor poderia ser financiado pela Caixa Econômica Federal.
Pelo programa, as grandes redes de supermercados, revendedoras e lojas responsáveis pela entrega da nova geladeira ficariam encarregadas de encaminhar a antiga para a reciclagem.

O governo decidiu banir do mercado refrigeradores, congeladores, condicionadores de ar, fogões e fornos que não apresentam os índices minímos de eficiência.
Atualmente, os produtos já possuem a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, que classifica a eficiência energética dos eletrodomésticos em uma escala que vai de A a G.

Para saber o gasto do eletrodoméstico, o consumidor deve verificar a etiqueta afixada nos aparelhos e escolher os que lhe trarão maior economia durante sua utilização.
Um aparelho na categoria A é mais econômico, enquanto o da G gasta mais.
De acordo com a Compet (Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural), periodicamente é realizada uma elevação nos valores dos níveis de classificação para promover a melhoria contínua do desempenho energético dos produtos. Após determinado período, a etiquetagem torna-se compulsória, no intuito de somente permitir a comercialização de produtos que atendam a requisitos mínimos de eficiência, qualidade e segurança.

http://jornalcidade.uol.com.br/paginas.php?id=39453

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