O Panamá decidiu importar de Cuba três milhões de lâmpadas fluorescentes para aumentar a eficiência energética no país. Ao todo, serão gastos mais de seis milhões e quinhentos mil dólares. O governo cubano ficará responsável pela distribuição nas residências.
"Para completar o projeto, será realizada uma campanha publicitária que inclui a distribuição de panfletos sobre economia de energia. Cuba tem experiência neste tipo de plano, uma vez que já o realizou na Venezuela, Argentina e Bolívia", argumentou Carlos Carache, gerente da Empresa de Geração Elétrica, S.A. (Egesa) do Panamá.
Cada residente do país terá direito a no máximo 10 lâmpadas, que custarão US$ 2,18. Além disso, os panamenhos terão que doar suas lâmpadas incadescentes. A distribuição das novas lâmpadas começará em agosto e a primeira cidade a ser beneficiada será a capital.
Apesar de ser uma grande compra, o número de lâmpadas será insuficiente para atender toda a população. De acordo com o último senso, realizado no ano 2000, o país tem 2.815.644 habitantes

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