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A capacidade de geração de energia elétrica no País cresceu 5,7% no ano passado, de acordo com levantamento feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A variação ficou abaixo da expansão do consumo de eletricidade registrado em 2010. De acordo com os dados divulgados, o potencial de produção de todas as hidrelétricas, termoelétricas, usinas nucleares e demais empreendimentos de geração instalados no Brasil atingiu um total de 112.398 megawatts (MW). Nos últimos dez anos, a expansão do parque gerador foi de 50,1%. "Não existe hoje uma preocupação com a falta de energia, o problema é o preço dela", afirmou Paulo Pedrosa, presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace). Para o executivo, o setor ainda mantém o viés adotado após no racionamento do governo Fernando Henrique Cardoso, de garantir a oferta de eletricidade. Enquanto a capacidade de geração cresceu 5,7%, o consumo de energia avançou 7,8% em 2010, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), divulgado no fim de janeiro. Para Pedrosa, essa diferença não é problema porque o consumo reage rapidamente a fatores de curto prazo, enquanto a ampliação da produção não sofre essas consequências, por se tratar de investimentos de longo prazo. Pelos dados da Aneel, as hidrelétricas continuaram liderando a lista de fornecedores de energia. Essas usinas responderam por 68,5% da capacidade máxima de geração instalada. Depois vieram as térmicas, que garantiram 25,7% da potência. As pequenas centrais hidrelétricas, unidades com capacidade máxima de produção de energia de até 30 mil kilowatts (KW), detêm fatia de 3,05% da matriz energética, seguida nucleares, com 1,8%. Segundo os cálculos do órgão regulador, a capacidade de geração de energia continuará crescendo em 2011 e nos próximos sete anos. A estimativa conservadora da Aneel aponta para expansão de 5,8% este ano e de 17,7% até 2018. O crescimento da capacidade de geração mostra que os apagões que afetaram o País nas duas últimas semanas não estão associados à falta de energia. "Temos um problema de gestão na área de transmissão", disse Pedrosa.
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Fonte: O Estado de S.Paulo | |
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Sandro Geraldo Bagattoli
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